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Homenagens recebidas

sábado, 14 de novembro de 2009



Pois é... vida de professor multiplicador não é nada fácil, viagens, corre-corre, mas é tão gratificante ao final de uma jornada ver o progresso dos educadores no domínio dos recursos tecnológicos... Este mês estive capacitando professores do C.E Rio Amazonas (João Lisboa), C.E. Estado de Goiás e C.E Vespasiano Ramos, ambos de Imperatriz.

Abaixo alguns momentos finais, onde os professores fizeram homenagens para mim... que emoção!!!! Momentos que ficam na saudade... pois nestes cursos fazemos tantas amizades, conhecemos tantos professores legais... aprendemos tanto com eles...

EM IMPERATRIZ...

Eu e a gestora do C.E. Estado de Goiás, Deusdelice, com presentinhos pra mim e Ale

A diretora Deusdelice entregando uma lembrança da turma de professores (vespertino)

A professora Lucile Silva (C.E. Vespasiano Ramos) faz sua homenagem particular

Eu, cheia de carinho dos professores do turno matutino

Turma de professores do turno matutino,
em pose oficial comigo

Turma de professores do turno vespertino,
em pose oficial comigo


EM JOÃO LISBOA
Alessandra e eu, ambas multiplicadoras do NTE

Brinde a lá chanana, formadoras e cursistas

Quer um pouquinho de chá de chanana?

A INFLUÊNCIA DO USO DA CÂMERA FOTOGRÁFICA DIGITAL NO COMPORTAMENTO E APRENDIZAGEM DOS ESTUDANTES ADOLESCENTES DE IMPERATRIZ

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Este é o título do projeto desenvolvido por alunas da Escola Santa Teresinha, que munidas deste ótimo tema, realizaram o levantamento de dados desta pesquisa em 6 escolas de Imperatriz.

Beatriz, Camila e Laila me procuraram pouco antes da Fecitec 2009 (Feira de Ciência e Tecnologia do Sul do Maranhão) e após a realização da Mosceest (Mostra de Ciência e Engenharia da Escola Santa Teresinha) para que eu concedesse uma entrevista sobre o uso pedagógico da câmera digital. Fiquei por demais feliz por ser reconhecida e procurada por estas alunas, da rede particular (fui e sou professora da rede pública estadual de ensino), como um exemplo positivo do uso da câmera digital nas escolas.E, claro, aceitei na hora este desafio. Segue abaixo, a entrevista, que foi divulgada via folder, durante a 3ª Fecitec. jeto: A influência do uso da câmera fotográfica digital no

Entrevista com a professora Cida Marconcine, especialista em Tecnologias da Informação

Pesquisadora Camila: Bom dia, nós somos alunas da Escola Santa Teresinha. Estamos desenvolvendo o projeto: A influência do uso da câmera fotográfica digital no comportamento e aprendizagem dos estudantes adolescentes de Imperatriz-MA. Nesse trabalho, além de mostrar os pontos negativos do uso da mesma na escola, queremos colocar exemplos de uso positivo e direcionado para educação (aprendizagem) dessa tecnologia. Temos conhecimento do seu trabalho com blogs e de outras atividades que você desenvolve usando a câmera fotográfica e o celular no ambiente escolar de maneira positiva. Por isso, estamos aqui e gostaríamos que você nos falasse um pouco da sua experiência.

Professora Cida Marconcine: Não foi assim de um dia para a noite que comecei a fazer uso da digital e de outras tecnologias. Devo isso particularmente a um aluno, Fernando Ralfer, que tinha ótimo domínio das tecnologias, fazia vídeos, registrava na sua câmera os trabalhos que a gente realizava na escola e trazia para a turma o resultado. Fizemos um trabalho de reciclagem de plástico do qual ele montou um vídeo, converteu todas as imagens para DVD. Ninguém sabia usar nessa época, somente ele. Eu fiquei admirada com o resultado e me questionei: “Se um aluno consegue, eu também consigo.” E a partir daí comecei a trabalhar com essa tecnologia. Quando fazíamos trabalhos na escola e tínhamos que ir para campo, eu levava os alunos que tinham celulares e câmera digital. Os que não tinham, ficavam na escola produzindo de outra maneira. Os alunos que iam a campo fotografavam todo o trabalho para depois levarem o resultado à turma. Porém, o número de alunos que tinham essa mídia era muito pequeno. Então, eu emprestava a minha e eles também pediam emprestado de amigos ou familiares. Eu confiava nos meus alunos. Foi criado um laço de confiança e compromisso, pois eu chegava a levar os alunos para minha casa nos finais de semana, onde eu disponibilizava dois computadores e um notebook, e para o NTE (Núcleo de Tecnologia Educacional), onde eles faziam as edições das imagens, produziam textos e montavam os vídeos. Com tudo, a partir de 2006 eu nunca mais fiz uma culminância de projeto ou apresentações de trabalhos, usando somente o papel. Passei a fazer uso com os meus alunos de datashow, vídeos, fotos e outras tecnologias.

Pesquisadora Camila: Professora, qual a sua opinião sobre o uso da câmera fotográfica pelo aluno na escola?

Professora Cida Marconcine: A câmera digital é de fundamental importância para o aluno, pois ela possibilita que ele seja autor de imagens, texto, e vídeos, basta uma câmera ou um celular para isso. Todas as mídias devem ser usadas pelo aluno para a construção do conhecimento.

Pesquisadora Camila: Qual o papel do professor, diante do uso dessa tecnologia?

Professora Cida Marconcine: O professor deve ser incentivador. Às vezes o aluno tem o celular ou a câmera digital e não usa adequadamente por falta de orientação. O professor passa a ser orientador e facilitador. E deve utilizar essa tecnologia como ferramenta pedagógica. Quem dá a orientação pedagógica é o professor, que deve oportunizar para o aluno a chance de ser autor.

Pesquisadora Camila: Em sua opinião, a que se deve a não utilização dessa tecnologia direcionada para a aprendizagem nas escolas?

Professora Cida Marconcine: Em 2005 e 2006, eu sentia uma resistência dos colegas e um determinado tipo de preconceito, quando apresentava os trabalhos desenvolvidos pelos meus alunos. Os professores alegavam que não tinham capacitação. Hoje as escolas possuem laboratório de informática e os professores recebem cursos de inclusão digital oferecido pelo Estado , e o uso dessa tecnologia ainda não é hábito dos educadores. Atualmente, eu sou multiplicadora, trabalho na capacitação de professores da rede pública para o uso das tecnologias na educação e vejo nos relatos dos meus professores cursistas, que eles têm dificuldades em levar seus alunos ao laboratório. Mas eu conseguia e os meus alunos tinham interesse nos projetos, pois dava a eles a responsabilidade de produzirem e orientava para o uso não só da câmera digital, mas de outras tecnologias também. Fato que facilitava tudo. Os alunos ficavam motivados. Produziam para aprender e não para ganharem pontos. Eu transformava a qualidade em quantidade por ser uma exigência da escola, (referência feita a notas avaliativas). A câmera passou a fazer parte do cotidiano de minha sala de aula como instrumento para contextualizar o conteúdo. Então, eu não culpo o governo nem o município pelo não uso das mídias na escola, mas ao próprio processo educacional que é lento, aqui no Brasil. Enquanto que o aluno, já nasceu vendo o computador, o professor agora é que está tendo contato com essa tecnologia. Eu mesma, só despertei para o uso da digital em 2005, e somente em 2006 comprei a minha primeira câmera. Eu acredito que a formação que o professor recebeu, não favorece esse hábito. Mas em alguns anos, acredito que isso acontecerá.

Professora Cida Marconcine: E na Escola Santa Teresinha, vocês fazem uso do laboratório de informática?

Pesquisadora Camila: Sim, mas só no período de preparação para a Feira ou no desenvolvimento e culminância de projetos. Ou seja, não é um hábito diário. Entretanto o nosso trabalho já é um exemplo do despertar do aluno para o uso da tecnologia direcionada para aprendizagem.

Professora Cida Marconcine: A nossa realidade, Camila, é que tanto a escola pública quanto a particular têm a mesma visão. Não é a falta de recursos, mas o processo educacional que é lento e a formação do educador que não foi direcionada para essa prática.

Pesquisadora Camila: Professora, qual a sua opinião sobre o nosso tema: A influência do uso da câmera fotográfica digital no comportamento e aprendizagem dos estudantes adolescentes de Imperatriz-MA.

Professora Cida Marconcine: Eu fiquei muito feliz com o tema que vocês escolheram. O uso da câmera digital como facilitadora da aprendizagem com certeza irá despertar na escola e em outras pessoas o interesse pela pesquisa em outras áreas do conhecimento. O

Pesquisadora Camila: Obrigada pela entrevista, enriqueceu muito o nosso trabalho. Parabéns por seu trabalho com produção de blogs e pelas outras atividades desenvolvidas com seus alunos e com os professores, através das capacitações. Você é um exemplo de uso positivo da tecnologia dentro da Educação. A sua contribuição valeu por dez. Vamos divulgar o seu trabalho na FECITEC como educadora, que já faz uso da câmera digital e de outras tecnologias contribuindo para melhorar o comportamento e a aprendizagem do estudante adolescente da nossa cidade e de outras, pois através da internet esse trabalho pode chegar a outras cidades e ajudar outros educadores.

Professora Cida Marconcine: Parabéns pelo trabalho de vocês, pela idéia. Que sejam sucesso na FECITEC e em outras feiras. Estarei torcendo por vocês.


Beatriz Oliveira, Camila Léda (estudantes) professora Cida Marconcine, Layla Ananias (estudante) e professora Socorro Bezerra (co-orientadora)
Estudantes Pesquisadoras

Camila Bezerra Arruda Léda
camilaa_leda@hotmail.com
Escola Santa Teresinha

Beatriz Gonçalves Nascimento
beatrizgn10@hotmail.com
Escola Santa Teresinha

Layla Adriane Oliveira Onanias
laylaadriane@hotmail.com
Escola Santa Teresinha
Professores orientadores

Ironilson Pereira Vasconcelos
 ironvasconcelos@hotmail.com
Escola Santa Teresinha

Maria do Socorro Bezerra de Freitas

bezerra_socorro@hotmail.com
C.E. Dorgival Pinheiro de Sousa


BLOG DO PROJETO
http://fotografianoambienteescolar.blogspot.com/

Compondo o Cenário Digital

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Vídeos produzidos por cursistas da turma de Imperatriz- Módulo Avançado - Curso Mídias na Educação - Tutora Conceição Moura Ramos


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Compondo o cenário digital
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Mídias na Educação
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LINGUAGEM DA MÍDIA IMPRESSA: ESCRITA E VISUAL

terça-feira, 14 de julho de 2009

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO - UFMA
Programa de Formação Continuada em “Mídias na Educação” Ciclo Avançado
LINGUAGEM DA MÍDIA IMPRESSA: ESCRITA E VISUAL
Tutora Conceição Moura Ramos
Cursista: Maria Aparecida Conceição Marconcine

TRABALHO PRÁTICO

Como incorporar as recomendações sobre planejamento visual no trabalho de sua escola?

Figura 1 – Cartaz elaborado com recortes de jornais e revistas

Figura 2 Uso de componentes estéticos como alinhamento, contraste,
repetição e proximidade no layout do cartaz

PLANEJAMENTO VISUAL

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO - UFMA
Programa de Formação Continuada em “Mídias na Educação” Ciclo Avançado
LINGUAGEM DA MÍDIA IMPRESSA: ESCRITA E VISUAL
Tutora: Conceição Moura Ramos
Cursista: Maria Aparecida Conceição Marconcine

FERRAMENTAS PARA O PLANEJAMENTO VISUAL

Milhares de estímulos, a todo o momento, modificam a nossa linguagem, comportamento e cultura. Isso porque o ser humano é submetido em seu cotidiano por um turbilhão de informações, principalmente visuais, como revistas, jornais, televisão, outdoors, faixas, cartazes e muitos outros. A programação visual é um conjunto de técnicas que permite ordenar toda essa comunicação visual. O ensino sistemático de programação visual começou em 1919, na Escola de Bauhaus, uma das mais influentes escolas de design do mundo. Sua inspiração modernista tentou unir a arte com a indústria.

  1. Algumas ferramentas de design

1.1 3ds Max

O 3ds Max é um aplicativo que permite criar “modelos” e “animações” tridimensionais vetoriais a partir de várias vistas, o que permite fácil representação dos modelos, com ótima qualidade profissional e uma das melhores vantagens, é software de fácil aprendizado. Existem inúmeras funções para empregar textos tridimensionais, como páginas na web, vinhetas e comerciais, que mescladas a alguns programas podem obter efeitos muito interessantes.

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Figura 1 – Área de trabalho do 3ds Max

1.2 Adobe Photoshop

Adobe Photoshop é um software caracterizado como editor de imagens bidimensionais,desenvolvido pela Adobe Systems. É considerado o líder no mercado dos editores profissionais de imagens digitais e trabalhos de pré-impressão. Apesar de ter sido concebido para edição de imagens para impressão em papel, o Photoshop está a ser cada vez mais usado para produzir imagens destinadas à internet. Enquanto o Photoshop é utilizado por profissionais, monopolizando este mercado, com seu preço elevado, surgem outros programas concorrentes, para outras faixas de usuários, como por exemplo, o GIMP, um programa gratuito.

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Figura 2 – Área de trabalho do Adobe Photoshop

1.3 CorelDRAW

O CorelDRAW é um programa de desenho bidimensional para design gráfico, que foi desenvolvido pela Corel Corporation, Canadá. É um aplicativo de ilustração vetorial e layout de página, que possibilita a criação e a manipulação de vários objetos, como desenhos artísticos, publicitários, logotipos, capas de revistas, livros, CDs, imagens para aplicação na Internet (botões, ícones, animações gráficas) confecção de cartazes e outros. Tem como concorrentes principais os programas Adobe Illustrator, Macromedia Freehand, em ambiente software proprietário. Em software livre, o concorrente é o Inkscape.

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Figura 3 - Ilustração de uma locomotiva produzida no CorelDRAW

1.4 Adobe Fireworks

O Fireworks é um editor de imagens, desenvolvido pela Macromedia e adquirido pela Adobe. Suas funcionalidades são direcionadas a publicação gráfica na Internet, por isso inclui suporte a GIF animado, PNG e imagens fatiadas, além de ótima compressão de imagens.

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Figura 4 – GIF produzido no Fireworks

1.5 Adobe InDesign

O software Adobe InDesign rompe as barreiras entre a publicação on-line e off-line. Cria materiais de impressão atrativos, layouts profissionais para impressão e publicação digital, conteúdo imersivo para reprodução no tempo de execução do Adobe Flash Player e documentos PDF interativos.

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Figura 5 – Área de trabalho do InDesign

  1. Análise

As principais ferramentas ou softwares que auxiliam a criação e o planejamento gráfico de um cartaz, são o InDesign, Photoshop, Freehand, Ilustrator e 3D, além de outras on line como Glogster, que permite que se crie cartazes com fotos digitais, música e vídeo para compartilhar on-line. Lá pode-se colocar qualquer tipo de conteúdos multimídia (filmes, imagens, clipart, áudio, escrita), estes são recursos muito indicados para produção de materiais, como cartazes ou outros, que podem ser utilizados na educação.

Considerando o risco de fracasso de um projeto, adotar uma ferramenta que facilite o planejamento e o acompanhamento é imprescindível. A comunicação visual desenvolvida profissionalmente é um diferencial para o sucesso de qualquer projeto na educação e em qualquer outra área. Um exemplo é metodologia de Educação a Distância, uma área em expansão que necessita de material impresso disponível na Internet, que é enviado a todos os participantes. Para atingir de melhor forma a aprendizagem, esse material precisa ser desenvolvido com excelente qualidade de informação e disposição de conteúdo. Também na produção de livros e outros textos impressos é muito importante o planejamento do projeto gráfico, são muitos os detalhes que vão além dos textos e imagens utilizadas. É necessário um pouco de conhecimento em editoração e uso das ferramentas para toda a produção editorial.

Segundo o professor da USP, Plínio Martins Filho, Segundo Martins Filho, “o trabalho do editor inclui revisão de texto, composição, paginação e confecção da capa, sendo importantes também noções de marketing, para fazer a divulgação e conhecimentos jurídicos para lidar com a questão de direitos autorais".

Com as novas mídias, o mercado abre outros espaços que permitem grande diversificação no trabalho do produtor editorial. A coordenadora do bacharelado em Produção Editorial da Universidade Anhembi Morumbi, em São Paulo, diz que “as possibilidades são muitas, pois além do mercado tradicional, há hoje o audiolivro, o livro-clipe, o CD-Rom, CD de músicas, documentários, sites, portais e animações 3D”


REFERÊNCIAS

ADOBE INDESIGN CS4. Crie layouts profissionais para impressão e publicação digital.

ALMANAQUE. Escola de Bauhaus.

D-SIGN. O que é programação visual.

EPTV.COM. Editoração: novas mídias ampliam opções na área.

PLUGMASTERS. Introdução ao 3D Studio, parte 2.

WIKIPEDIA. Adobe Photoshop.

______. CorelDRAW.

______. Adobe Fireworks.

DESIGN GRÁFICO

Segundo Raquel Gianolla (2006), as imagens são ícones importantes da sociedade para representarem ideias e traduzirem modelos de comportamentos, conceitos, mensagens éticas e culturais. Na imprensa, cumpre assim seu papel de consumo rápido ao estimular a percepção, muitas vezes o humor, persuadindo o leitor/espectador no ato de trasmitir a mensagem principal. Neste seu livro Informática na Educação, a autora explora um capítulo analisando capas de revistas nacionais para exemplificar algumas representações difundidas pela mídia impressa sobre o uso das tecnologias na escola. Na mídia televisiva também há um enfoque apelativo para as imagens fortes, violentas, para prender a audiência do público.

O certo é que em pleno advento da internet a mídia escrita não perdeu espaço e tem seus leitores fiéis, mas o que se observa é que tentam se adequar às necessidades da sociedade. Exemplo simples é o que aconteceu com a revista da Turma da Mônica, de Maurício de Souza, que teve toda uma preocupação com as crianças deste mundo contemporâneo, as novas visões de mundo e posturas que essas crianças assumem hoje, criando novo design para seu projeto (Mônica Jovem) roupagem mais moderna dos quadrinhos, que é o mangá.O desenhista alega que foi "uma forma de se adaptar às transformações de uma sociedade em que a infância é cada vez mais curta". Ele diz também que "o papel pintado ainda vai durar muito tempo."

A pressa, a falta de tempo e a quantidade excessiva de informações, em virtude da facilidade com que se divulga, fez com que houvesse realmente uma preocupação com o design dos jornais e outras publicações impressas. Claudio Prudente enfatiza no seu texto Design Editorial que a partir dos anos 80 a preocupação com o design teve uma enorme influência da linguagem jornalística da TV. Textos curtos, cuja justificativa é que os leitores não tinham mais tempo de ler, muita cor e gráficos. Outra problemática apontada, desta vez por Antônio Fontoura, em seu artigo Design, do Conhecimento e Educação, para se ter uma real preocupação com as publicações é com relação aos novos termos e expressões ligadas ao mundo da tecnologia e design.

Segundo Samuel Souza, webdesign local, a imprensa hoje da cidade de Imperatriz, não acompanha a tendência de designers mundial que tem característica leveza e modernidade, mas que pode ocorrer essa mudança com a inserção no mercado de novos profissionais da área jornalística, com essa visão e formação aberta para o novo, para a quebra de paradigmas.Na internet, pode-se já visualizar essa mudança de tendência na imprensa de Imperatriz, com o uso de blogs, onde a informação não é só divulgada, mas discutida e comentada tanto por jornalistas, políticos como pelo cidadão comum.

Dentro deste raciocínio a imprensa escrita deve procurar se adaptar à tendência de mercado, e o papel dos designers é muito importante para essa transição e mudança editorial.


REFERÊNCIAS


FONTOURA, Antonio M. Design do Conhecimento e Educação.

GIANOLLA, Raquel. Informática na Educação: representações sociais do cotidiano. 3ª ed. São Paulo: Cortez, 2006. 120 p. Coleção Questões da Nossa Época; v.96.

PRUDENTE, Claudio. Design Editorial.
VEJA. A Mônica Já quer namorar. Eedição 2098, ano 42, 4 de fevereiro de 2009.





VIVENDO SOB A CONVERGÊNCIA

É muito mais cômodo usar o celular, do que o fone fixo, para conversar com família e amigos, devido a mobilidade. Além de ligações, particularmente gosto de ouvir música, assistir a vídeos, jogar, enviar mensagens, assistir televisão, rádio, tirar fotos, filmar e muitos outros recursos, então ficar sem meu celular (MP10) nem pensar. Meu filho Átila (9 anos) gosta de usar o celular para jogar, enviar torpedos, ouvir música e assistir vídeos também.

Átila Marconcine

O uso de celulares na educação é muito oportuno e
feliz, pois é uma mídia disponível e presente na maioria das salas de aula, que permite várias possibilidades de atividades ao mesmo tempo. Muito professores entram em atrito com os alunos por causa de aparelhos celulares e muitas escolas são rígidas com relação ao uso de celulares na escola e principalmente em sala de aula, mas minha opinião é que estamos subutilizando este aparelho e todos os possíveis recursos a ele relacionados.

Já utilizei como recurso tecnológico em muitos projetos educacionais e foi sempre uma experiência maravilhosa oportunizar aos alu
nos momentos de autoria, criatividade e autonomia para todo o processo de ensino-aprendizagem. Agora vale lembrar: “Só vale levar a tecnologia para a classe se ela estiver a serviço dos conteúdos”, ou seja, tem que ter objetivos pedagógicos... senão é melhor nem tentar. O Portal Educarede traz uma reportagem imperdível sobre o uso educacional do celular: AS MIL E UMA UTILIDADES DO CELULAR. Vale a pena acessar.